quarta-feira, 8 de abril de 2009

HIGIENE SOCIAL

Higiene Social nada mais é que a justiça predominando em todos os campos e níveis sociais existentes em qualquer parte do mundo... Infelizmente, tal higiene está longe de acontecer, pois as primeiras limpezas devem ser feitas na consciência de cada um.
Para que isso aconteça, precisa-se de muita EDUCAÇÃO como principal material de limpeza.


TABACO

Quando se faz uma análise química ao fumo resultante da combustão do tabaco verifica-se que este é constituído por mais de 2000 substâncias diferentes, às quais, no caso dos cigarros se juntam também os produtos resultantes da combustão do papel que os enrola. Entre estas substâncias destacam-se: a nicotina, o alcatrão, as substância irritantes, e o monóxido de carbono. As diversas substâncias constituintes do fumo do tabaco provocam diferentes lesões e doenças no organismo. Entre estas destacam-se os problemas cardíacos e respiratórios. O tabagismo é, sem dúvida, um risco para o coração, favorecendo o aparecimento da angina de peito e do enfarte do miocárdio, podendo levar assim à morte. Em média, os fumantes têm 4 vezes mais enfartes do miocárdio que os não-fumantes e estes, quando têm enfartes têm-nos 10 anos mais tarde que os consumidores de tabaco.
Entre os problemas respiratórios dos fumantes, destacam-se a bronquite e o cancro do pulmão, surgindo este, quase exclusivamente, em fumantes.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

NÃO ESQUEÇA...

O trema foi eliminado, mas a pronúncia da palavra que tinha trema continua a mesma, ou seja, pronuncia-se o U.
Ex. tranquilo, cinquenta...

quinta-feira, 2 de abril de 2009

quarta-feira, 25 de março de 2009

PROCURA DA POESIA


...
Penetra surdamente no reino das palavras.
Lá estão os poemas que esperam ser escritos.
Estão paralisados, mas não há desespero,
há calma e frescura na superfície intata.
Ei-los sós e mudos, em estado de dicionário.
Convive com teus poemas, antes de escrevê-los.
Tem paciência se obscuros. Calma, se te provocam.
Espera que cada um se realize e consume
com seu poder de palavra
e seu poder de silêncio.
Não forces o poema a desprender-se do limbo.
Não colhas no chão o poema que se perdeu.
Não adules o poema. Aceita-o
como ele aceitará sua forma definitiva e concentrada
no espaço.

Chega mais perto e contempla as palavras.
Cada uma
tem mil faces secretas sob a face neutra
e te pergunta, sem interesse pela resposta,
pobre ou terrível, que lhe deres:
Trouxeste a chave?

Carlos Drummond de Andrade

quarta-feira, 8 de outubro de 2008